Notas de Pós-Inferno Astral
julho 28th, 2010Não, não estou em crise com os comentários de vocês no post anterior. Na verdade, eu me diverti lendo todos vocês e suas reações à minha ‘travessura’ no Chá da Alice com meu acompanhante. Adoro esse lance de ‘atire a primeira pedra quem nunca tiver pecado’. Mas, sorry, tô mais pra Judas que pra Jesus Cristo (isso se eu acreditasse em um dos dois).
O sumiço se deve às intensas comemorações do meu niver e à minha vida social movimentadíssima nos últimos tempos. Tudo isso aliado a um período de pós-inferno astral do caralho, que influencia minha paciência e tolerância com o resto do mundo.
Depois dos eventos narrados no post anterior me retratei com o Leitor (sim, ele será chamado dessa forma aqui, afinal, foi como ele assinou uma SMS para mim), sendo sincero e não escondendo quem eu sou. Fui filho da puta, admiti e, acreditem, estamos saindo desde então e as coisas estão até que fluindo bem. Sem expectativas e tudo ao seu tempo, com um pouco de confusão – porque se fosse sem confusão não seria comigo -, claro!
No dia efetivo do meu aniversário fiz um programa calminho com umas amigas e, como já é tradição, foi muito divertido. Nos empanturramos de pizza na Fiametta (adoro o Peixe Urbano e essas mil promoções que estou comprando feito louco) e rimos bastante como sempre.
No sábado, como combinado, comemorei o aniversário oficialmente, na Gambiarra do Vivo Rio. Sério, eu adoro aquela festa que, junto ao Chá da Alice, são as minhas queridinhas em terras cariocas. Mas, não fui um bom menino. Já cheguei lá alterado (nota mental: NUNCA MAIS NA VIDA me embebedar de vodka e depois partir pra cerveja. NUNCA!) e, revendo umas fotos, fico tentando me lembrar de tê-las tirado. Péssimo, eu sei. Mas a noite começou pra mim exatamente depois que passei mal, pois somente assim pude me recuperar. Ou seja, me lembro de tudo que aconteceu depois das 5h da manhã.
Acabou que acordei na casa do Leitor, com quem eu não fui para a festa, como ele bem sugeriu depois do que aconteceu na semana anterior. Mas acabamos nos encontrando lá e foi tudo perfeito. Mas tenho medo de coisas que disse para ele, já que ele falou que eu estava alto e falante demais. #MuitoMedoDeMim
No geral, a vida vai bem. Planos pro próximo semestre (pós-graduação definida) e empolgado com as férias no final do ano. Porque a nossa vida é assim: cheia de altos e baixos, mas sempre seguindo em frente. Aliás, essa é a magia, não é mesmo?
“Pela metade, não; de mentira, não
Nada de errado, então está tudo bem
Tem que ser tudo bom, tem que ser muito bom
Tudo bem, também, tudo zen…”
Tudo de Bom (Frejat)




