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    As Palavras e a Chuva

    E nesse dia de caos no Rio de Janeiro, fiquei em casa, no conforto do meu lar, obedecendo rigorosamente as ordens do prefeito e do governador do Rio, que mandaram ninguém sair de casa para evitar contratempos.

    Com uma tragédia dessas proporções, causadas por uma chuva (incessante, diga-se de passagem) é que nos paramos para perguntar onde está a estrutura de uma das maiores e mais importantes cidades do Brasil, cartão de visita do país para o resto do mundo, futura sede de Copa e Olimpíadas? Triste, muito triste. E essas águas de abril não são poéticas, são amedrontadoras.

    E em dias assim, contemplativos, ficamos todos pensando em nós, no próximo, na vida e no mundo. No que fazemos de diferente, no que pode ser feito para melhorar (a nós e ao mundo).

    No geral, estou bem. Conhecendo pessoas interessantes, me conhecendo um pouquinho mais. Fazendo amigos e estreitando velhas relações.

    E fico aqui, olhando pela janela, observando a vida passar, enquanto a chuva insiste em cair. Ou seria o céu a chorar? Vá saber!

    “Chove lá fora e aqui faz tanto frio
    Me dá vontade de saber
    Aonde está você, me telefona
    Me chama, me chama, me chama…”

    Me Chama (Lobão)

    11 Responses to “As Palavras e a Chuva”

    1. M. disse:

      Poizé… SP passou 54 dias debaixo de chuva forte assim. É de enlouquecer qualquer um. Mal espero pra ir conhecer logo a tua cidade maravilhosa.

      Bjao!

    2. Paulo disse:

      Rapaz, a coisa tá caótica mesmo por aí! Ainda bem que os amigos blogueiros estão bem, fico mais tranquilo!

    3. J.M. disse:

      Nossa, situação chata mesmo. Mas ficamos felizes em saber que você está bem. Grande abraço.

    4. dand disse:

      oi Autor, tudo joia? Obrigado pelo carinho e m meu blog, será sempre bem vindo…
      Tb gostei daqui, e que triste a situação do Rio mesmo…Mas fico com a certeza de que tudo vai melhorar..

      abraços

    5. Rafa disse:

      Caraca.. que dilúvio foi este? Ainda bem que, como vc, eu estava em casa, a não ser por uma saída idiota ontem… rs. Bj

    6. Caju disse:

      Tenho medo se isso tudo chegar aqui. Não sobra nem um cajuzinho pra contar a história. Só fico triste por aqueles que morreram. É triste, mas a vida tem que continuar.

    7. Lobo disse:

      Sei lá, eu acho que por mais que uma cidade tenha estrutura para aguentar cataclismas, existe sempre um limite. Talvez o limite do Rio de janeiro fosse bem baixo mesmo, mas acredito que até a cidade mais bem estruturada contra cataclismas do mundo, um dia receberia mais impactos do que pudesse aguentar.

      A anti-naturalidade e estática das cidades não batem muito com o dinamismo natural. E na hora do conflito, o mais fraco acaba cedendo…

      Abraços Autor!

    8. Lis disse:

      Eita, mas vc tá pensativo hein? suhauhsuhauhaua

      Conhecendo pessoas, isto é bão demais…

      E aí já está trabalhando ou ainda tá de molho em ksa?

      Bjusssssssssssssssssss

    9. S.A.M disse:

      É meu querido, todos esses dias foram foda, aqui em SP tem uma galera se reunindo pra ajudar o pessoal ai…

      Que Deus abençõe a cidade do Rio e as familias que perderam seus entes!

      :(

    10. Fábio disse:

      Bah, nem fala.
      Parece que até a natureza se manifesta para mostrar que falta muito para o Brasil que queremos. Msa quer apostaar que para “os jogos” vão achar dinheiro para reconstruir tudo?????
      Para essas coisas eles sempre acham…

      Abraço.
      Fábio.

    11. Daniel Savio disse:

      Cara, pelo jeito a estrutura foi junto com a água da chuva…

      Brincadeira morbida, mas real…

      Fique com Deus, menino Autor.
      Um abraço.

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