Chifres
“Você é muito fogosa
Tão bonita e carinhosa
Do jeito que eu sempre quis
Minha coisinha gostosa
Dá aos pobres, é bondosa
Sou corno mas sou feliz…”
Bois Don’t Cry
(Mamonas Assassinas)
Marco Antônio era corno. Sabia disso e não se importava.
Adorava aquela vida e gostava do status que a condição lhe oferecia.
Na verdade, nem ele entendia muito bem aquele prazer mórbido. Só sabia que gostava e pronto.
Quando conheceu Adelaide, todos diziam que ela não prestava. Mas ela era tão linda, tão simpática. Era óbvio que gostava dele. O seu carro importado e sua conta bancária eram apenas detalhes.
Namoraram, noivaram e casaram num período de dois meses. Pra família era golpe. Pra ele, amor.
O grande golpe (ou a grande surpresa, ele gostava de pensar) aconteceu já durante a lua-de-mel. Encontraram-se com Alfredinho, grande amigo de infância de Marco Antônio, em Aspen. O entrosamento entre Alfredinho e Adelaide era visível. E Marco Antônio ficou muito feliz com isso. Então, no segundo dia, quando Marco Antônio preparava-se para esquiar, Adelaide alegou indisposição. Mas insistiu que o marido deveria aproveitar o dia.
Ele foi, mas preocupado com Adelaide, voltou mais cedo para o hotel. Foi para o quarto, abriu a porta em silêncio para não acordá-la, caso estivesse dormindo, e foi então que estacou. Ouviu gemidos. Chegou devagar até a porta do quarto e, escondido, ficou observando a cena. Alfredinho e Adelaide, nus, fazendo as mais variadas acrobacias sexuais na cama.
Mas, ao invés de raiva, Marco Antônio ficou excitado. Ficou observando Adelaide com Alfredinho e adorava o que via. Ficou ali, masturbando-se, enquanto sua esposa e seu amigo de infância se divertiam.
Depois, retirou-se do quarto com um sorriso no rosto e voltou a esquiar. E como achou o dia mais bonito, mais feliz…
Daquele dia em diante, Marco Antônio sempre levava seus amigos para visitá-los. Fazia questão de companhias masculinas para alegrar sua esposa.
Adelaide adorava os amigos de Marco Antônio, os presentes que ganhava, os mil amantes que tinha e achava sinceramente que o marido de nada desconfiava. Era um bobo distraído que nunca iria descobrir suas aventuras.
Mas Marco Antônio se fazia de bobo. Era ele quem gostava da situação, era ele quem tudo controlava, pois adorava observar sua esposa com outros. Num determinado fim de semana fez questão que Adelaide viajasse sozinha com uma amiga e instalou câmeras ocultas em seu quarto e outros cômodos da casa. Tudo para que pudesse observar atentamente cada aventura de Adelaide, cada caso, cada relação sexual de sua mulher com outro homem.
E ele sabia o que todos comentavam por suas costas. Que ele era idiota e estúpido. O corno, o chifrudo. Mas não se importava. Podiam dizer o que quisessem. Ele era feliz assim.
Era corno.
Com muito orgulho! Com muito amor!
se ele é feliz assim que mal tem?
cada um
cada um
Adorei o post!
auhauhuahuhua
Então se ele é feliz assim….paciencia!
Deixa o homem se chifrar! kkk
hauauahauhauhaua
kda louco com sua mania
Tem louco pra tudo,rsss
Eu preferiria participar da suruba a inves de assistir, mas tudo bem, cada um com sua mania.. rs
Saudades
=***
valei-me
que texto foi esse?
mensagem subliminar?
hahahah
abraços
status que a condição lhe oferecia?
confesso q nao entendi
uahuhahahh
eu hein
só dá doido por aki
um dia é swing, no outro é corno
bem frequentada essa sua mente
auhauhuahahuh
xx
Oi, Autor. Passei pra agradecer o comentário. E comentando-o, quero dizer que já o vi com outra pessoa. Já sofri demais. Se ler os post’s que indiquei verá isso. Já tenho consciência do que somos. Mas não nego que ainda gosto dele sim. Mas fazer o que???? rs.
Abração.
cada um é cada um e vice versa. ja ouvi isso por ai.
E assim, eu to esperando pra ter ‘isso’ de novo. Someday.
Uia, fala sério que alguém gosta do status de ser corno?!
Mas cada doido com a sua mania…
Fique com Deus, menino Autor.
Um abraço.
Taí, eu nunca apoiei traição nesse ponto de vista, mas gostei bastante do caso. Tem gosto e doido pra tudo né? Se o cara gosta, se isso satisfaz ele, se ele acha que a mulher ainda o ama (e NESSA parte eu sou extremamente questionador e cético), então que viva feliz com os pares de chifres. Whatever… =D
Gostei mesmo Autor!
Abração!!!
.cada louco com sua mania.
.mas se fosse meu caso. era caso de morte. ou algo parecido.rs
.abraço
Voyeurismo rules!
Tem cada uma né?! hehehe
Loucura total!
Bjs!
se ele era feliz, ninguém tem nada a ver com isso, né?
ademais, essa coisa de “corno” é meio ultrapassada, né?
a monogamia é um mito!
beijos, querido
MM.
De médico e corno todo mundo tem um pouco. Se tem gente que quer ser mais, fique à vontade.
rsrsrsrsrs Eta povo doido!!Tem gosto pra tudo não é?
Mas eu fico pensando se ele precisava da fantasia para sentir prazer,será que ele dava conta do recado?!Imagino que o corno se imaginava no lugar do amante,fazendo todas as acrobacias na cama que ele não tinha coragem de fazer por medo hahahahahaha
Bjusssssss
Depois do Super Man essa foi o máximo, cada louco com sua loucura
Viva o tesão, venha como vier…