Devaneios de Edredon
O frio intenso dessa cidade do interior algumas vezes me faz esquecer que estou no Rio, apesar de estar bem próximo da capital.
O vento gelado, a neblina, quase sempre a chuva.
E nesses dias o que o que eu mais queria era um abraço.
Distância é uma coisa foda, definitivamente.
E vou seguindo essa rotina: acordar cedo, trabalhar, voltar pra casa, teclar com o namorado no msn, assistir seriados e me enrolar no edredon enquanto o sono não vem.
E o problema é exatamente esse ‘enquanto o sono não vem’.
A cama espaçosa, os travesseiros, o cheiro, a lembrança, a vontade.
O namorado distante, pelo menos fisicamente. Mas sempre presente de alguma forma, seja por uma mensagem, por uma ligação, por uma conversa no msn.
A mente vagueia e eu me pergunto: ‘em qual momento eu me entreguei? Em qual momento eu baixei a guarda e me permiti viver isso de forma tão intensa?’
Não sei, não tenho resposta.
Pode parecer estranho, mas acho que desde o início eu sabia que isso iria acontecer. Não sei se foram as conversas iniciais ou a primeira vez que o vi sorrindo. Não sei se foi quando seus lábios tocaram os meus ou quando precisava muito de atenção e ele me aqueceu em seu abraço.
Só sei bem o que estou sentindo e a importância dele na minha vida.
E fico triste por não poder estar junto dele amanhã (quarta-feira) para comemorarmos juntos o seu aniversário.
Só posso garantir que pensarei bastante nele (mais?) e contarei os dias para estar junto com ele novamente nos meus braços num abraço apertado e cheio de carinho.
No ofence, mas bateu uma melancolia….um aperto no coração. Os alpes Petrolinos fazem isso com o ser humano… vem chegando o inverno e todo mundo vai ficando mais romântico.
Mas achei phopho.
Obrigado pelo elogio e pelo coment no meu blogueeeenho.
Segura as pontas!
Abração!
Lindeza de palavras.
Matar saudade com abraço quente e apertado, é a melhor coisa.
Beijo meu, e obrigada pela visita!
nossa… quanto amor pra dar heim????
hahahahahahahahaha
isso até o dia q vc enjoar e casar, hehehehe
with love e adorando namorar o vizinho
mister angel.
Autor,
Ah… devaneios de Edredon é a sua cara, não?
Delicioso o texto… maravilhoso te ver VIVENDO, CURTINDO INTENSAMENTE!
Vá fundo!
Bjo
Autor querido,
Viajo em seus posts… e, como amo as cidades serranas do Rio, fico aqui babando de inveja (branca, claro!) com o cenário de sua linda história de amor!
Amo o amor e acho perfeito a exposição que você faz aqui!
Beijão Karinhoso,
Ká
Li seus posts com tanta avidez que agora fiquei me perguntando: será isso uma curiosidade mórbida e super humana? Pode ser. Mas acho que é mais. É carinho e felicidade por te ver feliz. Mesmo esta saudade que te acompanha até o sono chegar é gostosa, porque antecede um encontro – independente do qto isso pode demorar ou nao!
Alem disso, é gostoso ler seus textos. Sempre foi. Sua escrita flui de forma leve bonita.
E chega! rs…
Um beijo de loba-mãe!!!
Singra o mar velho barco de pesca. Fira as águas com sua carena adentrando no perigo. Leva consigo o jovem pescador que na praia deixou chorosa a sua amada a rezar por ele.
Vá no sopro do vento. Siga a sua sina sem pressa, mas não deixe de voltar ligeiro ou ela que não o esquece talvez morra de saudade ou de amor. – silvioafonso -
muito bonito…
alivie com um telefonema, mas mate com um abraço…
Estas ausencias fisicas são mesmo terriveis. Ainda que vivamos num mundo que sempre possa nos aproximar.
Mas nada substitui o olho no olho.
Abração!!